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Coparticipação SulAmerica: como funciona e quais são os valores de 2025

As nuances e detalhes da Coparticipação SulAmérica em seus Planos de Saúde

A coparticipação é, hoje, uma das principais definições para quem quer contratar um plano de saúde, seja da SulAmerica ou de outra empresa. Isso porque as mensalidades de um determinado plano de saúde com coparticipação de uma Operadora de Saúde são até 50% menores do que as mensalidades do mesmo plano sem coparticipação da mesma Operadora!

Essa relevante diminuição na mensalidade do plano de saúde com coparticipação existe porque o beneficiário desse plano contribui com pequenos valores a cada serviço ou procedimento utilizado, como consultas médicas e exames, além da mensalidade usual do plano.

O plano de saúde SulAmérica com coparticipação

É uma opção vantajosa para consumidores que utilizam poucos serviços médicos ao longo do tempo e buscam uma alternativa com mensalidades mais acessíveis. 

Ou seja, essa é uma baita alternativa para pessoas saudáveis, que fazem consultas esporádicas e não precisam de tratamentos contínuos. Jovens e adultos sem doenças crônicas podem se beneficiar ao pagar menos mensalmente e arcar apenas com uma pequena parte dos custos dos atendimentos quando necessário. 

O plano de saúde com coparticipação também é uma escolha comum entre empresas que oferecem planos corporativos, equilibrando custos e incentivando o uso consciente dos serviços de saúde pelos colaboradores.

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Como funciona a Coparticipação SulAmérica?

Na SulAmérica, a coparticipação é calculada como um percentual máximo de 30% do custo do procedimento pago pela Operadora de Saúde ao prestador de serviços ou sobre o valor do reembolso. 

Na maior parte dos casos de planos de saúde com coparticipação, esse valor adicional é aplicado sempre que o beneficiário utiliza serviços médicos, como consultas, atendimentos de emergência, exames, terapias, procedimentos ambulatoriais e até internação hospitalar. 

Além disso, há um valor limite por evento (em R$), que estabelece o máximo que o beneficiário pode pagar de coparticipação por cada serviço realizado em um determinado mês (ex: R$ 30 por consultas médicas). 

Já no caso de internações hospitalares, a coparticipação é um valor fixo por todo o período, independentemente da duração da internação, exceto para internações psiquiátricas, que possuem condições específicas. 

Os valores limites por evento ou os valores fixos de coparticipação são definidos em reais (R$) e costumam ser reajustados sempre no mês de maio de cada ano ou conforme previsto em contrato. Veja a tabela = Clique aqui para saber quais os valores de coparticipação de cada procedimento estão previstos nos planos empresariais da SulAmérica (PME) no mês de Novembro de 2025, ou confira a tabela abaixo:

 

¹ Direto SP BCx, Direto SP II, Direto Rec II, Direto CAMP VCs, Direto JP NSh, Direto Rio II, Direto BSB, Direto BH, Direto Salvador, Direto Uberlândia, Direto Aracaju e Direto Nacional.

² Coparticipação sobre internação é cobrada por evento, independente da duração da internação. Internação hospitalar não psiquiátrica conforme descrito no item 2.2 deste documento.


Exemplos de Coparticipação SulAmérica:

Vamos então olhar com mais detalhes como funciona a coparticipação de 30% dos planos de saúde PME da SulAmérica quando um beneficiário for a uma consulta médica, considerando os limites variáveis de cobrança por plano da tabela acima.

No Plano Direto, façamos de conta que o beneficiário fez uma consulta cujo custo para a Operadora de Saúde foi de R$ 200 (duzentos reais). Embora os 30% previstos de coparticipação resultem em R$ 60 (sessenta reais), o beneficiário pagará apenas o limite máximo de R$ 30,98 previstos na tabela acima.

Já nos planos Exato e Clássico, o limite de coparticipação por consultas médicas é de R$ 41,30 (quarenta e um reais e trinta centavos). Assim, se o custo da consulta for aqueles R$ 200 (duzentos reais), o beneficiário pagará apenas os R$ 41,30 da tabela, mesmo que 30% de R$ 200 correspondam a R$ 60. Fez sentido?

Nos planos Especial 100 RC – R1 e Especial Mais, o teto da coparticipação é de R$ 77,45 (setenta e sete reais e quarenta e cinco centavos). Então, se o beneficiário do plano fizer uma consulta que custe para a Operadora de Saúde R$ 300 (trezentos reais), a coparticipação de 30% seria de R$ 90 (noventa reais), porém o beneficiário pagaria  apenas o limite de copart citado na tabela, ou seja, R$ 77,45. 

Por fim, os planos Executivo R1, R2 e R3 possuem como máximo de coparticipação de uma consulta médica o valor de R$ 154,89 (cento e cinquenta e quatro reais e oitenta e nove centavos). Para uma consulta de R$ 500 (quinhentos reais), o usuário pagará o valor de 30%, ou seja, R$ 150, pois ele está abaixo do teto, certo? 

Já no plano Prestige, o limite de coparticipação é de R$ 175,54 por uma consulta médica. Então, se o beneficiário fizesse uma consulta que custasse R$ 600 (seiscentos reais) para a Operadora de Saúde, o beneficiário arcaria com esse limite de coparticipação, mesmo que os 30% de R$ 600 resultem em R$ 180 (cento e oitenta reais).

Conclusão

A coparticipação oferece uma solução equilibrada entre custo e benefício, especialmente para quem faz uso esporádico dos serviços de saúde. Com limites claros de pagamento, o modelo permite ao beneficiário pagar um valor mais acessível mensalmente, ao mesmo tempo em que assegura que não haja surpresas financeiras ao utilizar os serviços. 

Dessa forma, a coparticipação torna-se uma escolha vantajosa para quem busca flexibilidade e controle sobre os gastos com saúde, desde que haja um planejamento adequado para lidar com eventuais custos extras.

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Imagem: Shutterstock

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